Esse foi o dia mais longo da prova desde seu início dia 22 quando saiu de Teresina. A largada foi do Centro Poliesportivo de Ubajara (Ce) rumo à Guaramiranga que fica a 150km de Fortaleza onde a prova chega nesta sexta-feira.

A cidade de Guaramiranga é conhecida por realizar durante o período de Momo um dos mais badalados festivais de Jazz e Blues do Brasil. Até chegarem os competidores da categoria carro 4x4 e UTV enfrentaram sol forte e trilhas de cascalho e pedra ao longo dos quase  300 km de terra. Estradinhas vicinais, subidas e descidas de serras também exigiram dos pilotos e navegadores perícia e atenção. Os balaios foram mais uma vez decisivos para os pilotos manterem suas médias.

Na localidade Bem Posta, interior do município de Santa Quitéria, sertão do Ceará, encontramos a família de dona Luzia. Ela e os netos pararam as atividades da manhã para acompanharem a passagem dos carros e UVT. Os irmãos João e Luiz elegeram a janela e a cisterna de casa, como arquibancada, para contemplarem os carros cortando a estradinha de terra que passa em frente à casa deles. Um encantamento perceptível pelo brilho nos olhos das crianças que nunca tinham visto carros tão bonitos e potentes por aqui.

Voltando à prova a estimativa da direção que era de que os carros e UVT mantivessem suas médias e realizassem uma boa prova, apesar do cansaço, foi confirma. Isso porque nesta quinta a prova teve duração de 11 horas, o que exigiu muito do físico dos competidores. Para quem é amante do esporte de regularidade dias curtos ou longos de prova não fazem diferença, segundo o piloto da categoria turismo Carlos Salvani: “Quando se corre com amor e prazer, sendo profissional  ou não, o cansaço vem naturalmente mais não atrapalha em nada”.

Ele é integrante da equipe de Minas Gerais que compete na categoria graduado especial e graduado e que tem se destacado nos dois primeiros dias da prova. exemplo da dupla, Bráulio Rezende e Bruno Ferreira que mantiveram a primeira colocação na categoria graduado nos dois primeiros dias do rali. Para Bráulio que compete corre pela 4ª. Vez no Piocerá-Cerapió e que tem 12 anos de sua vida dedicada ao esporte de regularidade, participar do Piocerá é sempre muito bom: “Essa prova é de grande importância para nós porque além de abrir o Campeonato Brasileiro de Enduro e Regularidade é uma prova de uma organização espetacular”, frisou o piloto. As três últimas participações no rali, Bráulio que faz parte da equipe Lobo Guará (MG) foi navegador e vice-campeão na categoria graduado. Agora ele estreia no Piocerá como piloto e espera quebrar o jejum de vice e passar a ser de fato campeão:  “ Espero que a vitória venha. Estou confiante!”, disse Bráulio.

Na sexta o Piocerá parte para Fortaleza onde a prova será finalizada e onde conheceremos os campeões dessa 26ª. Edição

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