Se no primeiro dia (15), os pilotos acharam a prova muito fácil com poucas dificuldades ao longo do percurso de 375 km, a última etapa do rali, nesse domingo (16), foi considerada bem técnica e exigiu muito mais dos competidores.

“Com certeza nesse segundo dia a prova estava melhor elaborada e deu mais trabalho para todos nós”, enfatizou Mário Henrique, piloto de Teresina. A largada da etapa final do Rally do Pirão, aconteceu as 8h da manhã, na Praça do Viveiro, na cidade de Codó.

Ao longo do percurso de 235 km, feito em 6h35, motos, quadriciclos, UTVs e carros 4 X 4, tiveram pela frente laços e balaios que fizeram os pilotos baterem cabeça em muitos pontos. “Eram muitas pegadinhas que deram bastante trabalho para a gente”, lembrou Wesley Macedo, o Alemão, líder do campeonato piauiense de enduro de regularidade.

As erosões nas trilhas, além dos trechos com areia e lama, também ajudaram a apimentar a prova. “A reta final do Pirão foi muito boa e a chuva que caiu na madrugada e pela manhã deu mais emoção, aumentando as dificuldades no trajeto”, completou Lucas Matos, piloto de Teresina.

Por volta das 13h, os primeiros pilotos cruzaram a linha de chegada, na Praça São José, em Timon. “Vim de Parnaíba correr esse rali e não me arrependi. A foi feita do jeito que motoqueiro gosta”, afirmou o piloto Fred Oliveira. “O Rally do Pirão foi show demais. Valeu a pena sair do Pará para acelerar nas trilhas maranhenses”, completou Leonardo Costa, piloto paraense da cidade de Barcarena.  

A quarta edição do Rally do Pirão contou a participação de mais de cem pilotos e navegadores dos estados do Piauí, Maranhão, Ceará, Pará, Pernambuco e Minas Gerais. A festa de encerramento e premiação aconteceu, às 19h, no Restaurante Texas Picanharia, em Teresina, com a presença dos pilotos de todas as categorias.

“O primeiro dia foi mais light porque o percurso de mais de 300 km era longo e se você trava muito ninguém consegue chegar. No segundo dia, já mais perto de Teresina, onde a gente conhece melhor a região, foi possível deixar a trilha mais técnica”, explicou Ehrlich Cordão, diretor da prova.

 

“Tentamos fazer uma prova com médias horárias arrojadas, no nível do Campeonato Brasileiro e com isso, o Pirão acabou sendo um ótimo treino para o Piocerá 2015, que acontecerá em Janeiro”, finalizou Cordão.

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